Aos amores pague com amor.
As guerras se vencem com sangue
Ao ódio eu entrego o amor
E para você deixo um beijo bem grande
Eu estarei bem não importa onde
Eu sobreviverei não importa como
Por que o que os heróis são?
Nada além do que covardes vivos!
Eu não sou Deus, mas sou filho Dele
Eu não sei como será o nosso futuro
Mas o presente já nos é suficiente
Eu me lembro de coisas que deveria esquecer
E me esqueço fácil das quais eu deveria lembrar
Eu te quis como um amor eterno
Mesmo quase sempre beiramos o inferno...
Ser sincero às vezes me fode!
Mas, eu sei que é só assim que se pode...
Atravessar a linha, entre as coisas das quais eu me lembro que deveria esquecer
E das quais me esqueço fácil que eu deveria lembrar.
Lucas Alberti Amaral
quinta-feira, julho 29
quinta-feira, julho 1
Inominável
Algo que não sei dizer o que é me atormenta por dentro. Deseja pular e escalar minha garganta, romper o nó da angustia e voar.
Talvez venha como lágrima, e o que são lagrimas? Senão o sangue da alma. Talvez essa confusão de sentimentos seja o louco desejo de ser o que eu não fui, mas se não fui, como poderia saber se realmente seria melhor do que finjo ser, hoje? E hoje os dias têm passado tão rápidos, a rotina aliena o corpo, porém minha mente viaja pra longe e a minha alma já se perdeu na volta para casa. Meus passos largos vagam sem vontade de encontrar seu destino, e os anjos que me acompanham se entediam, pois nem os demônios me querem.
Colho a paz nos galhos das árvores da sabedoria e saboreio cada doce pedaço que desce a mesma garganta angustiada e passa pelas paixões adormecidas em meu peito.
A fria neblina embaça a minha visão, me faz imaginar o caminho que quero seguir e o cheiro da manhã traz pensamentos nostálgicos, vejo as coisas tristes passarem por mim...
E as paixões adormecidas se reviram ansiosas tentando escapar em poesia, cantoria, ou magoas remoídas, mas quando se deparam com o nó da angustia em minha garganta, caem no ócio do meu coração.
E só então percebo que...
O que eu não sabia dizer, que me atormentava por dentro foi descoberto e volta ao fundo da alma para novamente ser esquecido e posteriormente me atormentar por dentro, nesta infinita viagem dentro de mim.
Reencontrei nos caminhos imaginários, ilusórios e nebulosos do meu ser, minha alma e toda vez que sinto a realidade se aproximando, ela se perde outra vez, sem querer voltar...
Talvez venha como lágrima, e o que são lagrimas? Senão o sangue da alma. Talvez essa confusão de sentimentos seja o louco desejo de ser o que eu não fui, mas se não fui, como poderia saber se realmente seria melhor do que finjo ser, hoje? E hoje os dias têm passado tão rápidos, a rotina aliena o corpo, porém minha mente viaja pra longe e a minha alma já se perdeu na volta para casa. Meus passos largos vagam sem vontade de encontrar seu destino, e os anjos que me acompanham se entediam, pois nem os demônios me querem.
Colho a paz nos galhos das árvores da sabedoria e saboreio cada doce pedaço que desce a mesma garganta angustiada e passa pelas paixões adormecidas em meu peito.
A fria neblina embaça a minha visão, me faz imaginar o caminho que quero seguir e o cheiro da manhã traz pensamentos nostálgicos, vejo as coisas tristes passarem por mim...
E as paixões adormecidas se reviram ansiosas tentando escapar em poesia, cantoria, ou magoas remoídas, mas quando se deparam com o nó da angustia em minha garganta, caem no ócio do meu coração.
E só então percebo que...
O que eu não sabia dizer, que me atormentava por dentro foi descoberto e volta ao fundo da alma para novamente ser esquecido e posteriormente me atormentar por dentro, nesta infinita viagem dentro de mim.
Reencontrei nos caminhos imaginários, ilusórios e nebulosos do meu ser, minha alma e toda vez que sinto a realidade se aproximando, ela se perde outra vez, sem querer voltar...
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