segunda-feira, agosto 11

Amanda

Fugindo de mim mesmo, eu fui perdendo meus ideais
Acho que por isso os dias agora parecem iguais
Talvez eu não queira demonstrar o que sinto
Tenho medo de me mostrar frágil e às vezes eu minto

Eu não preciso mais, ser forte e não temer a morte.
Pra alguns é tido como sorte, um dia talvez eu volte!
Não é certeza, mas a incerteza é certa e me acerta.
Ela nunca erra, nunca errou assim como você ela sempre me achou.

Eu fico pensando e me perguntando do que você é feita?
Eu ainda não sei, mas tanto faz porque você é perfeita.
Não sei se ela é de rock pop ou samba, mas já me basta ser você Amanda.
Exceto pelo seu medo de telefonemas eu termino aqui mais um de meus poemas.

Lucas Alberti Amaral

Nenhum comentário: