quinta-feira, abril 16

O velho começo

Não existe um novo começo todo recomeço já é velho
Eu não quero a sub-cultura e a falta de criatividade
Talvez eu esteja velho ultrapassado perdendo o estilo
Mas não é por isso que vou vestir uma gravata e um terno

Nem cantarei musicas das quais eu não ouviria jamais
Não vou mudar não quero ser a moda não quero me encaixar
Hoje eu quero ser eu viver e sonhar com o que já é meu
Me deixa eu não to de bobeira a vida é minha e quero ela inteira

Beirando o abismo negro do mau gosto
As pessoas se submetem ao próprio desgosto
O dinheiro compra vidas encomenda mortes
E todos sorriem contentes por não ter essa sorte


Lucas Alberti Amaral

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